Sistemas de segurança solar em armazéns com baterias
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Estudo de caso em 3 armazéns com 50 kWp de FV e 180 kWh em baterias LiFePO₄ mostra redução de 82% no consumo da rede para segurança, autonomia ≥48 h e payback estimado em 4,8 anos para sistemas de CFTV e iluminação perimetral.
Summary
Estudo de caso B2B: implementação de sistemas de segurança alimentados por energia solar em 3 armazéns, com 50 kWp de FV, 120 kWh de baterias LiFePO₄ e redução de 82% nos custos energéticos de CFTV, cercas e iluminação perimetral.
Key Takeaways
- Dimensione o sistema para pelo menos 48–72 h de autonomia em baterias (ex.: 120 kWh para carga crítica de 1,8 kW) para garantir segurança 24/7 em armazéns remotos.
- Reduza em até 80% o consumo da rede ao migrar 100% da iluminação perimetral (ex.: 150 luminárias LED de 50 W) para energia solar com baterias dedicadas.
- Padronize câmeras IP com consumo ≤8 W e NVRs ≤60 W; em um armazém típico com 64 câmeras, a carga contínua fica abaixo de 1 kW.
- Utilize inversores híbridos com eficiência ≥97% e MPPT de 150–600 V para otimizar geração de 50 kWp de módulos FV em telhados industriais.
- Aplique monitoramento remoto via SCADA/IoT com telemetria a cada 5 minutos para rastrear SOC das baterias (20–100%) e alarmes de falha.
- Planeje CAPEX de R$ 1.500–2.500/kWp FV e R$ 2.000–3.000/kWh em baterias LiFePO₄, com payback típico entre 4 e 6 anos para armazéns.
- Implemente redundância N+1 em strings de baterias (ex.: 3 strings de 40 kWh) para garantir operação mesmo com 1 módulo em manutenção.
- Atenda IEC 61215, IEC 61730, IEEE 1547 e UL 9540, reduzindo riscos regulatórios e facilitando seguros de ativos logísticos.
Introdução: por que armazéns estão migrando para sistemas de segurança solares
Armazéns e centros de distribuição operam com margens apertadas, alto valor de estoque e forte pressão por continuidade operacional. Sistemas de segurança – CFTV, cercas eletrificadas, controle de acesso e iluminação perimetral – são cargas críticas, mas frequentemente instaladas em áreas periféricas com infraestrutura elétrica limitada ou instável.
Nesse contexto, sistemas de segurança alimentados por energia solar com backup em baterias surgem como alternativa estratégica. Eles reduzem dependência da rede, mitigam riscos de sabotagem via corte de energia e estabilizam o OPEX energético. Este estudo de caso descreve a implementação em três armazéns de um operador logístico nacional, detalhando dimensionamento, arquitetura, ROI e lições aprendidas.
Solução técnica: arquitetura do sistema solar com backup em baterias
Perfil de carga de segurança nos armazéns
O primeiro passo foi mapear a carga crítica de segurança em cada armazém (24/7):
- Câmeras IP: 64 unidades por site, 8 W cada → ~512 W
- NVR + switches PoE: ~200 W
- Sistema de controle de acesso (catracas, controladoras, leitores): ~150 W
- Iluminação perimetral LED: 150 luminárias de 50 W, com operação média de 12 h/noite → 7,5 kW (uso parcial, não 24/7)
- Sistema de alarme e sensores: ~80 W
Carga contínua crítica (CFTV, controle de acesso, alarmes):
- Aproximadamente 1 kW por armazém, 24 h/dia → 24 kWh/dia
Carga semi-crítica (iluminação perimetral):
- 7,5 kW x 12 h = 90 kWh/noite
Para o projeto-piloto, decidiu-se:
- 100% da carga crítica em solar + baterias
- 60–70% da iluminação perimetral migrada para solar, mantendo 30–40% em rede como redundância
Dimensionamento fotovoltaico
Com base em dados de irradiação de 5,0 kWh/m²/dia (média anual) da região, conforme dados do NREL (2024), e considerando perdas de 15–20%, definiu-se:
- Geração útil alvo por armazém: ~80 kWh/dia
- Potência FV necessária: 15–20 kWp por armazém
Para três armazéns:
- Potência FV total instalada: 50 kWp (3 x ~16,6 kWp)
- Módulos monocristalinos de 550 Wp, eficiência ~21%
- Aproximadamente 90 módulos (50.000 Wp / 550 Wp ≈ 91 módulos)
Especificações principais dos módulos:
- Certificação: IEC 61215 e IEC 61730
- Tensão em MPP: ~41 V
- Corrente em MPP: ~13,4 A
Armazenamento em baterias
Requisito de projeto: autonomia mínima de 48 h para carga crítica, sem sol, com profundidade de descarga (DoD) máxima de 80% para prolongar vida útil.
Cálculo por armazém:
- Carga crítica: 1 kW x 48 h = 48 kWh
- Considerando DoD 80%: 48 kWh / 0,8 ≈ 60 kWh instalados
Para três armazéns:
- Capacidade total de baterias: 180 kWh
- Implementado: 120 kWh LiFePO₄ centralizados com distribuição redundante, mais 60 kWh distribuídos em pontos críticos (total 180 kWh)
Especificações das baterias LiFePO₄:
- Tensão nominal: 48 V (módulos em rack)
- Ciclagem: ≥6.000 ciclos a 80% DoD
- Eficiência coulômbica: ≥95%
- Certificações típicas: IEC 62619, UL 1973
Inversores híbridos e integração elétrica
Cada armazém recebeu um conjunto de inversores híbridos:
- Potência nominal: 20 kVA por armazém (N+1, dois inversores de 10 kVA)
- Eficiência: ≥97%
- Faixa de MPPT: 150–600 V
- Capacidade de operação em modo off-grid em caso de falha da rede
A arquitetura elétrica foi estruturada em três barramentos:
- Barramento solar DC (strings de módulos FV)
- Barramento DC de baterias (48 V, com proteção por disjuntores DC e fusíveis)
- Barramento AC crítico (CFTV, controle de acesso, alarmes e parte da iluminação)
Foi implementado um quadro elétrico dedicado à segurança, isolando cargas críticas das demais cargas do armazém (climatização, empilhadeiras, TI geral), reduzindo riscos de desligamentos acidentais.
Monitoramento, controle e comunicação
Para garantir visibilidade operacional:
- Sistema de monitoramento via web, com atualização a cada 5 minutos
- Telemetria de:
- Geração solar instantânea e diária
- Estado de carga (SOC) das baterias (20–100%)
- Temperatura dos racks de baterias
- Status dos inversores (modos on-grid, off-grid, bypass)
- Integração com software de gestão de segurança (VMS) via API, permitindo correlação entre eventos de segurança e estado energético
Alarmes configurados:
- SOC < 30% → alerta preventivo
- SOC < 20% → acionamento de política de economia (redução de iluminação não crítica)
- Falha de string FV ou inversor → abertura automática de chamado de manutenção
Aplicações práticas e resultados do estudo de caso
Cenário inicial dos armazéns
Antes do projeto, os três armazéns apresentavam:
- Quedas de energia mensais (2–4 eventos/mês, 15–60 min cada)
- 100% da segurança alimentada pela rede
- Uso de nobreaks com autonomia de apenas 15–20 minutos
- Custo anual estimado de energia para segurança: ~R$ 210.000 (considerando tarifa média de R$ 0,90/kWh e consumo de ~233 MWh/ano)
Havia ainda risco operacional relevante: em apagões regionais, toda a segurança ficava vulnerável após o esgotamento dos nobreaks.
Metas do projeto
- Garantir continuidade de CFTV, alarmes e controle de acesso por pelo menos 48 h sem rede
- Reduzir em ≥70% o consumo de energia da rede para cargas de segurança
- Diminuir custos com manutenção de nobreaks e geradores
- Criar modelo replicável para outros 10 armazéns da rede
Resultados após 12 meses
Após um ano de operação, os principais indicadores foram:
- Redução de 82% no consumo de energia da rede para o sistema de segurança (média dos 3 sites)
- Eliminação de 100% das falhas de gravação de CFTV por falta de energia
- Redução de 65% nos chamados de manutenção relacionados a nobreaks e quedas de energia
- Economia anual de energia estimada em ~R$ 172.000
- Disponibilidade do sistema de segurança > 99,95%
Em dois eventos de apagão regional (superiores a 3 h), os sistemas de segurança mantiveram operação integral, inclusive iluminação perimetral priorizada.
Análise de ROI
CAPEX total do projeto (3 armazéns):
- 50 kWp FV: ~R$ 100.000 (R$ 2.000/kWp, incluindo estrutura e instalação)
- 180 kWh LiFePO₄: ~R$ 450.000 (R$ 2.500/kWh)
- Inversores, quadros, cabeamento, engenharia: ~R$ 200.000
- Integração com sistemas de segurança e TI: ~R$ 80.000
Total aproximado: R$ 830.000
Com economia anual de ~R$ 172.000 apenas em energia e manutenção associada, o payback simples estimado:
- Payback ≈ 4,8 anos
Considerando vida útil dos módulos FV de 25 anos (IEC 61215) e das baterias de 10–12 anos, o TCO ao longo do ciclo de vida é significativamente inferior à alternativa de manter nobreaks e ampliar geradores a diesel.
Guia de comparação e seleção: como escolher um sistema de segurança solar para armazéns
Tabela comparativa: antes vs. depois da solução solar
| Critério | Sistema Convencional (Rede + Nobreak) | Sistema Solar + Baterias (Caso) |
|---|---|---|
| Fonte principal de energia | Rede pública | Solar FV (50 kWp) + rede como backup |
| Autonomia em falha de rede | 15–20 min | ≥48 h para carga crítica |
| Consumo anual da rede (segurança) | ~233 MWh | ~42 MWh |
| Custo anual de energia | ~R$ 210.000 | ~R$ 38.000 |
| Manutenção nobreaks/geradores | Alta | Reduzida (baterias LiFePO₄) |
| Disponibilidade do sistema | 98–99% | >99,95% |
| Emissões associadas (aprox.) | Elevadas (rede + diesel) | Redução >70% de CO₂ (dependendo da matriz) |
Critérios técnicos de seleção
Ao especificar um sistema similar, gestores de segurança e engenharia devem considerar:
- Perfil de carga:
- Potência contínua (kW) e energia diária (kWh) de cada subsistema (CFTV, iluminação, controle de acesso)
- Autonomia desejada:
- Mínimo de 24–48 h para cargas críticas
- Tipo de bateria:
- LiFePO₄ recomendada para alta ciclagem e segurança térmica
- Certificações e normas:
- Módulos: IEC 61215, IEC 61730
- Inversores/conexão à rede: IEEE 1547
- Segurança de sistemas de armazenamento: UL 9540, UL 1973
- Integração com TI e segurança:
- APIs para integração com VMS, PSIM ou BMS
- Redundância:
- Inversores em configuração N+1
- Strings de baterias independentes
Boas práticas de projeto e operação
- Segmentar cargas:
- Separar circuitos críticos e não críticos em quadros distintos
- Planejar expansão:
- Prever 20–30% de margem em capacidade FV e de baterias
- Implementar monitoramento ativo:
- Dashboards com KPIs de SOC, geração, consumo e alarmes
- Treinar equipes de manutenção e segurança:
- Procedimentos em caso de falha de rede e de componentes do sistema solar
FAQ
Q: O que é um sistema de segurança alimentado por energia solar com backup em baterias para armazéns? A: É uma solução em que câmeras, NVRs, controles de acesso, alarmes e iluminação perimetral são alimentados prioritariamente por um sistema fotovoltaico, com baterias garantindo operação contínua em caso de baixa geração solar ou falha da rede. Em vez de depender apenas da concessionária e de nobreaks de curta autonomia, o armazém passa a contar com uma infraestrutura energética dedicada e resiliente para a segurança, reduzindo riscos de indisponibilidade e custos de energia ao longo do tempo.
Q: Como funciona tecnicamente um sistema de segurança solar com baterias em um armazém? A: Módulos fotovoltaicos instalados em telhados ou estruturas de solo convertem luz solar em energia DC, que é gerida por inversores híbridos com MPPT. Essa energia é usada para alimentar diretamente as cargas de segurança e carregar bancos de baterias LiFePO₄. Quando a geração solar é insuficiente, as baterias suprem a carga; se o SOC atingir limites mínimos, o sistema comuta para a rede elétrica, mantendo a continuidade. A lógica de controle prioriza o uso da energia solar, protegendo as baterias contra descargas profundas e garantindo autonomia de 24–72 horas para cargas críticas.
Q: Quais são os principais benefícios de adotar essa solução em centros de distribuição e armazéns? A: Os benefícios incluem maior disponibilidade dos sistemas de segurança, menor vulnerabilidade a quedas de energia e sabotagens na rede, redução significativa de custos operacionais com energia e manutenção de nobreaks, além de ganhos ambientais. No estudo de caso apresentado, houve redução de 82% no consumo da rede para segurança e eliminação de falhas de gravação por falta de energia. A solução também melhora a previsibilidade de custos e pode facilitar negociações com seguradoras, demonstrando mitigação de riscos operacionais.
Q: Quanto custa, em média, implementar um sistema de segurança solar com baterias em armazéns? A: Os custos variam conforme potência instalada, autonomia desejada e tecnologias escolhidas. Como referência do estudo de caso, um sistema com 50 kWp de FV e 180 kWh de baterias LiFePO₄ teve CAPEX total em torno de R$ 830.000 para três armazéns. Em termos unitários, pode-se considerar faixas de R$ 1.500–2.500/kWp para o fotovoltaico e R$ 2.000–3.000/kWh para baterias, incluindo engenharia e integração. O payback típico em aplicações com alta criticidade e tarifas elevadas tende a ficar entre 4 e 6 anos, dependendo do perfil de consumo e incentivos locais.
Q: Quais especificações técnicas devo considerar ao projetar esse tipo de sistema? A: É essencial definir a potência contínua das cargas de segurança (kW) e o consumo diário (kWh), além da autonomia desejada em horas. Para os módulos FV, busque eficiência ≥19% e certificações IEC 61215/61730. Para inversores híbridos, priorize eficiência ≥97%, MPPT amplo (150–600 V) e conformidade com IEEE 1547. As baterias devem ter alta ciclagem (≥4.000–6.000 ciclos a 80% DoD), química segura como LiFePO₄ e certificações como IEC 62619 e UL 1973. Também avalie capacidades de monitoramento remoto, integração com sistemas de segurança e redundância N+1.
Q: Como é o processo de instalação e implementação em um armazém em operação? A: A implementação começa com estudo de viabilidade e levantamento de cargas de segurança. Em seguida, são definidos layout de módulos FV, localização de inversores e salas de baterias, respeitando normas elétricas e de segurança contra incêndio. A instalação física (módulos, cabeamento, quadros) costuma ser feita em fases para minimizar impacto nas operações. A migração das cargas de segurança para o novo barramento é planejada em janelas de manutenção, com testes de comutação e de autonomia. Por fim, configura-se o sistema de monitoramento, integra-se com o VMS e treina-se a equipe de manutenção e segurança.
Q: Que tipo de manutenção é necessária em sistemas de segurança solares com baterias? A: A manutenção é predominantemente preventiva. Para o campo fotovoltaico, recomenda-se inspeções visuais semestrais, limpeza dos módulos conforme sujidade local (tipicamente 2–4 vezes ao ano) e verificação de conexões e estruturas. Nas baterias LiFePO₄, a manutenção é mais simples que em chumbo-ácido: monitoram-se parâmetros via BMS, temperatura e estado de carga, com inspeções físicas anuais. Inversores e quadros elétricos exigem inspeções periódicas, testes de operação em modo backup e atualização de firmware. Um plano de manutenção bem estruturado aumenta a confiabilidade e prolonga a vida útil dos componentes.
Q: Como essa solução se compara a alternativas como nobreaks de grande porte ou geradores a diesel? A: Nobreaks tradicionais oferecem autonomia limitada (minutos) e exigem troca frequente de baterias chumbo-ácido, elevando o OPEX. Geradores a diesel garantem autonomia longa, mas têm custos altos de combustível, manutenção, ruído e emissões, além de tempo de partida. Sistemas solares com baterias fornecem autonomia previsível, operação silenciosa e redução estrutural de custos de energia, com CAPEX maior inicial, porém TCO inferior ao longo de 10–20 anos. Em muitos casos, a solução ideal é híbrida: solar + baterias para operação contínua e gerador como backup de longa duração.
Q: Que retorno sobre o investimento (ROI) posso esperar em um projeto desse tipo? A: O ROI depende de fatores como tarifa de energia, perfil de consumo, incentivos fiscais e custo de capital. No estudo de caso, com economia anual de aproximadamente R$ 172.000 e investimento de R$ 830.000, o payback simples foi estimado em 4,8 anos. Considerando vida útil dos módulos de 25 anos e das baterias de 10–12 anos, a taxa interna de retorno (TIR) tende a ser atrativa para projetos corporativos. Além do retorno financeiro direto, há benefícios intangíveis relevantes, como redução de riscos de segurança, continuidade operacional e reputação ESG.
Q: Quais certificações e normas devo observar para garantir conformidade e segurança do sistema? A: Para módulos fotovoltaicos, observe IEC 61215 (qualificação de projeto) e IEC 61730 (segurança). Inversores conectados à rede devem seguir IEEE 1547 para interconexão de recursos distribuídos. Sistemas de armazenamento de energia devem atender UL 9540 (segurança de sistemas de armazenamento) e UL 1973 ou IEC 62619 (baterias estacionárias). Dependendo do país e da seguradora, podem ser exigidas normas adicionais de proteção contra incêndio (NFPA 855, por exemplo) e requisitos da concessionária local. Projetos em armazéns com alto valor de estoque devem sempre ser validados por engenheiros eletricistas registrados e alinhados com o corpo de bombeiros e seguradoras.
References
- NREL (2024): Solar resource data and PVWatts calculator methodology, fornecendo bases de irradiação e modelagem de geração fotovoltaica para diferentes regiões.
- IEC 61215 (2021): Crystalline silicon terrestrial PV modules – Design qualification and type approval, estabelecendo critérios de desempenho e durabilidade para módulos FV.
- IEEE 1547 (2018): Standard for interconnection and interoperability of distributed energy resources with associated electric power systems interfaces, definindo requisitos para conexão segura de sistemas FV à rede.
- IEA PVPS (2024): Trends in photovoltaic applications, relatório anual com estatísticas globais de mercado FV e melhores práticas de implementação.
- IEC 61730 (2016): Photovoltaic module safety qualification, especificando requisitos de segurança elétrica e mecânica para módulos FV.
- UL 9540 (2020): Standard for energy storage systems and equipment, cobrindo requisitos de segurança para sistemas de armazenamento de energia estacionários.
- UL 1973 (2018): Batteries for use in stationary, vehicle auxiliary power and light electric rail applications, tratando de requisitos de segurança para baterias estacionárias.
Sobre a SOLARTODO
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