Análise de Mercado do Poste Solar de Rua (Tipo Split) de Belo Horizonte: Guia de Configuração de 7m para 442 Unidades para Rodovias de 8m
Resumo
Uma implantação típica em Belo Horizonte para vias urbanas de 8 m usaria aproximadamente 442 luminárias públicas solares do tipo split a 21 m de espaçamento, com postes de 7 m, cabeçotes de LED de 60 W e 3-5 dias de backup de bateria sob cerca de 4.0 horas de pico de sol.
Principais conclusões
- Belo Horizonte tem cerca de 2,3 milhões de residentes, e a área metropolitana mais ampla ultrapassa 5 milhões, o que sustenta uma demanda contínua por iluminação em vias coletoras, parques e corredores de acesso periféricos, de acordo com o IBGE (2022).
- Na latitude -19.92, Belo Horizonte está em uma faixa solar favorável; um perfil de operação temperado com cerca de 4,0 h de sol efetivo suporta iluminação do crepúsculo ao amanhecer com 3-5 dias nublados de reserva.
- Para uma largura de via de 8 m e espaçamento de 21 m, uma implantação típica de 442 unidades caberia em uma classe de poste de 7 m com saída de LED de 60 W a 9,000 lm e controle inteligente de dimerização.
- A configuração especificada utiliza um painel Mono TOPCon de 680 W com eficiência de 23% e degradação de 0,3%/ano, o que é materialmente superior à classe padrão de 100 W normalmente pareada com luminárias de 50-60 W.
- O arranjo de bateria é de lítio NCM 12 V/150 Ah, montado externamente em uma caixa visível acoplada ao poste, com cerca de 2,000 ciclos, 85% DoD e garantia de 5 anos.
- Postes de aço inoxidável 304 a 7 m com resistência ao vento de 50 m/s e vida útil de projeto de 40 anos atendem melhor ao perfil urbano de corrosão de Belo Horizonte do que o aço carbono sem tratamento em áreas públicas expostas.
- De acordo com a IEA (2022), a iluminação pública com LED pode reduzir o consumo de eletricidade em 50% ou mais em comparação com luminárias legadas; projetos solares off-grid também podem evitar escavações e atrasos na conexão à rede elétrica.
- SOLAR TODO deve ser especificado aqui apenas como um sistema do tipo split: painel inclinado montado na parte superior, LED lateral no braço abaixo do painel, caixa de bateria externa e toda a fiação direcionada para dentro do poste.
Contexto de Mercado para Belo Horizonte
Belo Horizonte combina uma população de aproximadamente 2,3 milhões com corredores urbanos de mobilidade densos, tornando a iluminação pública resiliente uma exigência prática para vias secundárias, conectores de bairro e segurança em espaços públicos. De acordo com o IBGE (2022), Belo Horizonte é um dos maiores municípios do Brasil, enquanto a região metropolitana ultrapassa 5 milhões de residentes, aumentando a pressão sobre as redes de iluminação municipal e as zonas de expansão.
A cidade fica próxima às latitudes 19,92°S e longitude 43,94°W, em uma zona de recurso solar que suporta geração fotovoltaica ao longo do ano, embora a cobertura de nuvens da estação chuvosa ainda exija planejamento de autonomia por bateria. De acordo com a NASA POWER (2024), o sudeste do Brasil comumente registra níveis anuais médios de recurso solar que suportam o carregamento diário de PV, e a premissa de 4,0 h de sol do briefing do projeto é uma base de projeto conservadora para os cálculos de iluminação pública.
Belo Horizonte também opera em um ambiente topográfico misto, com inclinações, cruzamentos arteriais e bairros densamente urbanizados, o que afeta a locação dos postes, o alinhamento das fundações e o acesso para manutenção. De acordo com as publicações de mobilidade e planejamento urbano da Prefeitura de Belo Horizonte (2023), a cidade continua priorizando segurança viária, acessibilidade a espaços públicos e cobertura de serviços urbanos, fatores que favorecem sistemas de iluminação que podem ser instalados sem a necessidade de escavação repetida de valas para cabos em ruas pavimentadas.
Do ponto de vista das concessionárias, as redes de iluminação pública do Brasil geralmente estão vinculadas a sistemas de distribuição de baixa e média tensão, mas a iluminação pública solar off-grid é frequentemente selecionada quando a extensão da rede, a medição ou as obras civis adicionam custos desproporcionais. De acordo com a ANEEL (2023), a expansão da distribuição e a confiabilidade do serviço permanecem como preocupações municipais-chave em todo o Brasil, especialmente onde os pontos de iluminação estão dispersos ou onde obras de retrofit interromperiam o tráfego. É por isso que o formato de Iluminação Pública Solar (Tipo Split) da SOLAR TODO é comercialmente relevante em Belo Horizonte: ele reduz a dependência da disponibilidade do alimentador, mantendo o luminária, controlador, bateria e painel como componentes separadamente atendíveis.
Dois padrões do setor público são especialmente relevantes neste mercado. A CJJ 45-2015 fornece orientações práticas de projeto para arranjos de iluminação viária urbana e desempenho, enquanto a IEC 60598 cobre a segurança da luminária e a IEC 62124 fornece orientações de desempenho do sistema fotovoltaico para aplicações autônomas. Conforme a IEC afirma, "As luminárias devem ser projetadas e construídas de modo que, em uso normal, funcionem com segurança", requisito básico para aquisição municipal sob a IEC 60598.
Configuração Técnica Recomendada
Para o perfil viário de 8 m de Belo Horizonte, uma implantação típica de 442 unidades usaria postes do tipo split de 7 m com luminárias LED de 60 W em espaçamento de 21 m, enquanto o painel especificado de 680 W e a bateria de 12 V/150 Ah criam uma configuração de maior autonomia do que a classe padrão de 50-60 W.
Com base na tabela de engenharia do produto, a classe de tamanho padrão mais próxima para uma luminária de 60 W é a combinação de LED de 50-60 W | painel de 100 W | 12 V/100 Ah | arranjo de poste de 7-8 m usada em vias comunitárias e áreas de estacionamento. Essa classe corresponde à função da via e à altura do poste em Belo Horizonte. No entanto, a configuração específica do projeto fornecida aqui aumenta intencionalmente as margens de geração e armazenamento com um painel de 680 W e uma bateria de 12 V/150 Ah para suportar 3-5 dias nublados, cargas de monitoramento remoto e carregamento conservador em um perfil de sol de 4.0 h.
Uma implantação típica de 442 unidades nessa escala, portanto, seria composta apenas por postes do tipo split, e não por luminárias all-in-one. O arranjo físico correto é crítico: o painel solar fica no topo, bem acima, em um suporte inclinado, o poste não atravessa o centro do painel, a cabeça do LED é montada em um braço lateral abaixo do painel e a caixa da bateria permanece montada externamente no corpo do poste. Todo o cabeamento de DC e de controle deve passar dentro do poste, sem cabos externos visíveis na superfície do poste.
Para Belo Horizonte, o aço inoxidável 304 é uma escolha racional de poste porque equilibra resistência à corrosão, aparência voltada ao público e longa vida útil em condições urbanas úmidas e poluídas. O poste especificado de 7 m com resistência ao vento de 50 m/s e vida útil de 40 anos é adequado para trechos de via aberta, praças e ruas com acesso de ônibus, onde a carga de rajadas e a resistência a vandalismo são importantes. De acordo com a prática estrutural e de luminárias da IEC, a exposição ao vento e a carga do suporte devem ser verificadas em conjunto, e não como valores isolados de componentes.
A especificação do LED de 60 W e 9,000 lm implica eficiência de 150 lm/W, o que é consistente com iluminação eficiente de vias municipais quando acoplada a cronogramas de dimerização. Belo Horizonte normalmente se beneficia de dimerização adaptativa após a meia-noite, porque a densidade de tráfego cai fora dos principais corredores. De acordo com a IEA (2022), controles de LED conectados podem reduzir significativamente a energia de operação além do ganho de eficiência base da própria conversão do LED.
SOLAR TODO deve posicionar essa configuração como um projeto de autonomia com alta margem, e não como um projeto de custo mínimo. O módulo TOPCon de 680 W está muito acima do pareamento padrão da tabela de 100 W para sistemas de LED de 60 W, mas isso não cria uma incompatibilidade funcional da mesma forma que parear um painel subdimensionado com uma carga superdimensionada. Neste guia, o painel maior deve ser entendido como uma especificação orientada à resiliência, impulsionada por requisitos de backup para dias nublados, cargas de comunicação do monitoramento 4G/LoRa e recuperação de bateria de baixo risco após sequências de mau tempo.
Para compradores que comparam opções, o caso de uso recomendado é claro: vias de bairro, faixas de acesso municipal, instituições públicas, conectores periféricos e bordas de estacionamento com largura de via de 8 m. Para rodovias ou vias principais de alta velocidade, a classe de 120 W com postes de 10-12 m normalmente seria o passo de engenharia correto. Para caminhos de pedestres e jardins, a classe de 30 W em postes de 6 m seria mais econômica.
Especificações Técnicas
A configuração de referência de Belo Horizonte é um sistema do tipo split com 442 unidades, usando postes de aço inoxidável de 7 m, luminárias LED de 60 W, painéis TOPCon de 680 W e baterias NCM de 12 V/150 Ah para 3-5 dias de autonomia.
- Tipo de produto: Poste de Rua Solar (Split-Type), não integrado e não all-in-one
- Base de quantidade: aproximadamente 442 unidades para uma escala típica de projeto deste perfil de via
- Material do poste: aço inoxidável 304
- Altura do poste: 7 m
- Resistência ao vento: 50 m/s
- Vida útil do poste: 40 anos
- Base de largura da via: 8 m
- Espaçamento entre postes: 21 m
- Módulo solar: 680 W Mono TOPCon
- Eficiência do painel: 23%
- Degradação do painel: 0.3% por ano
- Garantia do painel: 30 anos
- Posição do painel: montado em um suporte inclinado no topo do poste
- Regra de geometria do painel: o poste não atravessa o centro do painel
- Potência do conjunto LED: 60 W
- Fluxo luminoso: 9,000 lm
- Eficácia luminosa: 150 lm/W
- IRC: maior que 70
- Montagem do LED: braço lateral abaixo do painel solar
- Química da bateria: lítio NCM
- Classificação da bateria: 12 V/150 Ah
- Densidade de energia da bateria: 250 Wh/kg
- Vida útil em ciclos da bateria: 2,000 ciclos
- Profundidade de descarga da bateria: 85%
- Garantia da bateria: 5 anos
- Posição da caixa da bateria: montada externamente no corpo do poste como uma caixa cinza visível
- Tipo de controlador: controlador MPPT dentro da caixa da bateria
- Método de fiação: toda a fiação dentro do poste, sem cabos externos visíveis
- Autonomia de reserva: 3-5 dias nublados
- Modo de operação: controle automático do crepúsculo ao amanhecer
- Funções inteligentes: controle de dimerização e monitoramento remoto via 4G/LoRa
- Base climática: temperado, 4.0 h de sol
- Normas aplicáveis: CJJ 45-2015, IEC 60598, IEC 62124
Esta especificação deve ser lida como uma recomendação adequada à cidade, e não como um registro de uma instalação passada. Ela também difere da classe padrão de tamanho de 50-60 W ao usar um módulo FV e uma reserva de bateria muito maiores. Essa maior folga é adequada quando compradores municipais priorizam autonomia, reduzem visitas de manutenção após períodos nublados e exigem maior disponibilidade de uptime do monitoramento.

Abordagem de Implementação
Um rollout de 442 unidades em Belo Horizonte normalmente seria executado em 4 fases ao longo de cerca de 12-20 semanas, dependendo de licenciamento, acesso civil e prazos de importação.
A Fase 1 é validação de projeto e confirmação da lista de materiais. Isso geralmente leva de 2-4 semanas e inclui verificações do layout de iluminação para espaçamento de 21 m em vias de 8 m, projeto de fundação com base nas condições locais do solo, planejamento de comunicações para cobertura 4G/LoRa e revisão de conformidade contra CJJ 45-2015 e IEC 60598. Nesta etapa, a SOLAR TODO normalmente confirma a orientação dos suportes, a altura da caixa de bateria e os fixadores antifurto.
A Fase 2 é aquisição e logística. Para componentes importados, os compradores devem prever cerca de 4-8 semanas, dependendo dos Incoterms, do tratamento aduaneiro e de o pedido ser enviado como conjuntos completos ou como kits semi-desmontados. Postes de aço inoxidável 304, módulos TOPCon de 680 W, baterias NCM e controladores devem ser embalados para evitar danos no transporte aos suportes, às entradas de cabos (prensa-cabos) e aos compartimentos de bateria.
A Fase 3 é obras civis e montagem. A prática municipal típica inclui escavação, posicionamento de gaiola de ancoragem ou concretagem de fundação direta, cura, ereção do poste, instalação do luminária e montagem da caixa de bateria. Como toda a fiação é interna, os instaladores precisam de eletrodutos previamente preparados e planejamento de puxadores (fio-guia) antes da fixação final do poste. Para 442 unidades, as equipes frequentemente trabalham em blocos paralelos de 20-40 postes por semana, dependendo das restrições de controle de tráfego.
A Fase 4 é comissionamento e aceitação. Isso inclui verificações dos parâmetros do controlador MPPT, validação da operação do crepúsculo ao amanhecer, configuração da programação de dimerização, registro de monitoramento remoto e validação de lux em amostra na via de 8 m. De acordo com a orientação IEC 62124 para sistemas fotovoltaicos autônomos, a verificação em campo deve incluir comportamento de carregamento, ajustes de proteção da bateria e operação do sistema sob condições ambientais representativas.
Desempenho Esperado & ROI
Para Belo Horizonte, um poste de iluminação pública solar de 60 W, do tipo split, com escurecimento inteligente, normalmente forneceria iluminação durante toda a noite com 3-5 dias de backup, ao mesmo tempo em que evita cobranças de eletricidade da rede e grande parte do custo de escavação associado a postes convencionais.
O principal fator de ROI não é apenas a economia de energia, mas também o custo de infraestrutura evitado. Um poste de iluminação pública conectado à rede frequentemente exige escavação, eletrodutos, cabeamento, medição, coordenação com a concessionária e recomposição do pavimento. Em ruas urbanas densas, essas obras civis podem representar uma linha orçamentária maior do que o próprio luminária. Um sistema split off-grid desloca o custo para o equipamento, mas reduz as contas recorrentes de utilidades e muitos atrasos relacionados à conexão.
De acordo com a IEA (2022), a iluminação pública com LED pode reduzir o consumo de eletricidade em pelo menos 50% em comparação com sistemas convencionais de sódio ou mercúrio, e os controles podem adicionar reduções adicionais. De acordo com a NREL (2021), a iluminação autônoma alimentada por PV pode ser custo-efetiva onde a escavação e a extensão de linhas são caras ou quando são disruptivas operacionalmente. Isso é relevante nos bairros já consolidados de Belo Horizonte, onde restaurar asfalto, calçadas e travessias de drenagem pode afetar de forma material a viabilidade econômica do projeto.
A substituição da bateria permanece como um custo do ciclo de vida. A bateria NCM especificada é classificada para cerca de 2,000 ciclos a 85% DoD e tem garantia de 5-year, então os compradores devem orçar a renovação da bateria na metade da vida útil antes do fim da vida útil do módulo PV de 30-year e da vida útil do poste de 40-year. A degradação anual de 0.3% do módulo TOPCon é favorável para a retenção de produção de longo prazo, o que ajuda a manter as margens de recarga da bateria à medida que o sistema envelhece.
Uma faixa prática de payback municipal dependeria das taxas locais de mão de obra, do escopo de escavação evitado e de se a comparação tem como base uma iluminação HID antiga ou postes LED novos conectados à rede. Em retrofits de espaços públicos na América Latina, os postes solares de iluminação pública frequentemente apresentam economias mais fortes em vias periféricas, parques e áreas de expansão do que em bulevares centrais densos com galerias existentes. Para Belo Horizonte, o melhor caso financeiro geralmente é quando a conexão com a concessionária é lenta ou quando abrir a via é caro.
Como afirma a IRENA, "Solar PV has become one of the most competitive sources of electricity in many parts of the world." Em iluminação pública, essa competitividade é ampliada quando a alternativa inclui obras civis, não apenas quilowatt-hora. Da mesma forma, a IEA observa que "digitalization and controls improve the efficiency of lighting systems," o que sustenta a inclusão do controle de escurecimento e do monitoramento 4G/LoRa nesta configuração.

Resultados e Impacto
Para Belo Horizonte, um programa de iluminação do tipo split com 442 unidades melhoraria principalmente a visibilidade das vias, reduziria a dependência de extensões da rede elétrica e criaria uma base de ativos mantível com componentes separados e passíveis de serviço ao longo de um horizonte estrutural de 30-40 anos.
O impacto operacional provavelmente seria mais forte em vias secundárias e corredores de acesso público, onde lacunas na iluminação afetam a segurança, mas a extensão da rede é lenta. Uma arquitetura do tipo split é útil porque o painel, o luminária, o controlador e a bateria podem ser substituídos independentemente. Isso geralmente melhora a manutenibilidade de longo prazo em comparação com produtos compactos tudo-em-um, quando os municípios gerenciam os ativos em ciclos orçamentários de 10-15 anos.
A camada de controle inteligente também é importante. O controle de dimerização pode reduzir o consumo de energia durante a noite em cerca de 15% sob operação programada, enquanto o monitoramento remoto reduz o tempo de detecção de falhas e ajuda as equipes de manutenção a priorizar problemas na bateria, no controlador ou no equipamento. Para Belo Horizonte, isso é relevante onde as equipes de serviço atendem bairros dispersos em vez de um único distrito central.
Tabela de Comparação
A tabela abaixo compara a configuração de referência de Belo Horizonte com classes de tamanho padrão usadas para outros tipos de via, mostrando por que a classe de 7 m / 60 W é o ajuste mais próximo para vias de 8 m.
| Perfil de aplicação | Altura do poste | Potência do LED | Tamanho do painel | Bateria | Espaçamento/uso típico | Adequado para a via de 8 m de Belo Horizonte |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Passarela / caminho de jardim | 6 m | 30 W | 60 W | 12 V/60 Ah | Passagens, parques, faixas de baixa velocidade | Subdimensionado para a largura da via de 8 m |
| Classe padrão de via comunitária / estacionamento | 7-8 m | 50-60 W | 100 W | 12 V/100 Ah | Vias comunitárias, estacionamentos | Classe padrão mais próxima |
| Configuração de referência de Belo Horizonte | 7 m | 60 W / 9,000 lm | 680 W TOPCon | 12 V/150 Ah NCM | Espaçamento de 21 m, via de 8 m | Recomendado quando a margem de autonomia é priorizada |
| Via secundária / praça | 8-10 m | 80 W | 150 W | 24 V/100 Ah | Vias mais largas, praças | Classe superior à necessária |
| Via principal / rodovia | 10-12 m | 120 W | 200 W | 24 V/150-200 Ah | Vias principais, rodovias | Não é econômico para esse tipo de via |
Preços e Cotação
A SOLAR TODO oferece três faixas de preços para esta linha de produtos: FOB Supply (equipamentos saindo da fábrica na China), CIF Delivered (incluindo frete marítimo e seguro) e EPC Turnkey (instalado e comissionado totalmente, com garantia de 1 ano). Descontos por volume estão disponíveis para implantações em larga escala. Configure seu sistema online para uma estimativa instantânea, ou solicite uma cotação personalizada para nossa equipe de engenharia em [email protected].
Para compradores de Belo Horizonte, a precisão da cotação depende de 4 variáveis: tipo de fundação, modalidade de frete, tratamento aduaneiro e escopo de comunicações para monitoramento 4G/LoRa. Uma RFQ útil deve incluir largura da via, espaçamento dos postes, base de velocidade do vento, meta de autonomia em dias e se o monitoramento remoto é necessário em cada poste ou apenas em zonas agrupadas. Os compradores podem revisar a linha de produtos em Solar Streetlight (Split-Type) ou fale conosco com desenhos de layout para uma análise técnica.
Perguntas frequentes
Um comprador de Belo Horizonte normalmente precisa de respostas sobre dimensionamento, autonomia, tempo de instalação, manutenção, garantia e escopo comercial antes de emitir um RFQ para um pacote de iluminação pública do tipo split com 442 unidades.
P1: Por que o tipo split é recomendado em vez do all-in-one para Belo Horizonte?
Sistemas do tipo split separam o painel, a bateria, o controlador e a luminária LED, o que ajuda na manutenção ao longo de 5-10 anos. Em Belo Horizonte, isso importa em vias municipais, onde a substituição de uma única peça com falha é mais barata do que substituir uma unidade integrada selada. Além disso, permite baterias maiores e painéis maiores, como 12 V/150 Ah e 680 W.
P2: Um poste de 7 m com LED de 60 W é suficiente para uma via de 8 m?
Sim, para muitas vias comunitárias e faixas urbanas secundárias, 7 m com 60 W é uma classe apropriada, especialmente com espaçamento de 21 m. A saída de 9.000 lm e a montagem em braço lateral abaixo do painel suportam uma cobertura prática da via. A conformidade final de iluminância ainda deve ser verificada em relação à classe de iluminação-alvo da prefeitura.
P3: Por que essa configuração usa um painel de 680 W quando a tabela padrão mostra 100 W para luzes de 50-60 W?
Essa é uma especificação orientada à resiliência, e não um projeto mínimo de materiais. O painel maior de 680 W aumenta a folga de carregamento sob um perfil de sol de 4.0 h, suporta 3-5 dias nublados de backup e compensa as cargas de comunicação e controle. É adequado onde a disponibilidade importa mais do que o menor custo inicial.
P4: Quanto tempo um projeto com 442 unidades normalmente levaria?
Uma faixa realista é de cerca de 12-20 semanas após a aprovação do projeto, dependendo do prazo de importação, do desembaraço aduaneiro e do acesso civil. A validação do projeto geralmente leva 2-4 semanas, a logística 4-8 semanas e a instalação em campo 4-8 semanas. A gestão do tráfego e as permissões de acesso ao pavimento podem estender o cronograma.
P5: Que manutenção as equipes municipais devem esperar?
A manutenção rotineira geralmente inclui limpeza do painel, inspeção do suporte e dos fixadores, verificação da saúde da bateria, revisão do log do controlador e substituição ocasional da luminária. Com monitoramento remoto, a detecção de falhas é mais rápida e as idas de caminhão são reduzidas. A bateria NCM deve ser tratada como um item de substituição planejada dentro da vida útil total do ativo de 30-40 anos.
P6: Qual é o período de retorno esperado?
O retorno depende da escavação evitada, das tarifas locais da concessionária, das taxas de mão de obra e da alternativa de base. Quando a conexão à rede exige abertura de via, conduíte e medição, o retorno pode ser significativamente menor do que em ruas com dutos existentes. O argumento de negócios mais forte geralmente está em vias periféricas, parques e novas extensões urbanas.
P7: Como o NCM se compara ao LiFePO4 para essa aplicação?
O NCM oferece maior densidade de energia, aqui especificada em 250 Wh/kg, o que ajuda a manter a caixa externa da bateria compacta em um poste de 7 m. O LiFePO4 geralmente oferece maior vida útil em ciclos, muitas vezes em torno de 3,500 ciclos, mas com menor densidade de energia. Para essa especificação, o NCM é escolhido pela compacidade e por uma vida útil adequada de 2,000 ciclos.
P8: Quais padrões as equipes de compras devem solicitar que os fornecedores atendam?
No mínimo, o RFQ deve referenciar CJJ 45-2015 para orientação de layout de iluminação viária, IEC 60598 para segurança da luminária e IEC 62124 para avaliação de desempenho de PV stand-alone. Os compradores também devem solicitar cálculos de carga de vento para 50 m/s, ajustes de proteção da bateria e documentação de que toda a fiação é interna ao poste.
P9: Qual estrutura de garantia é típica para essa configuração?
A especificação fornecida indica 30 anos para o painel TOPCon e 5 anos para a bateria NCM. A vida útil do poste é declarada como 40 anos, embora a vida estrutural não seja a mesma que a garantia comercial. Os compradores devem solicitar termos de garantia separados para a luminária, o controlador, o módulo de comunicações e o acabamento anticorrosivo.
P10: O sistema pode se conectar a plataformas de monitoramento remoto?
Sim. Essa configuração inclui monitoramento remoto 4G/LoRa, que suporta relatórios de status, alertas de falhas e gerenciamento de agenda de dimerização. Para Belo Horizonte, o mapeamento de cobertura deve ser feito antes da compra para que ruas com baixo sinal não criem pontos cegos no sistema de gestão do ativo.
Referências
- IBGE (2022): Estimativas populacionais e dados demográficos municipais para Belo Horizonte e o contexto metropolitano.
- Prefeitura de Belo Horizonte (2023): Publicações sobre mobilidade urbana, planejamento e gestão de espaços públicos relevantes para a infraestrutura viária e a demanda por iluminação.
- ANEEL (2023): Estrutura regulatória brasileira de distribuição de eletricidade e de serviços públicos que afeta as condições de iluminação municipal e de conexão.
- NASA POWER (2024): Dados de recursos solares usados para contextualizar as condições de carregamento por PV de Belo Horizonte e a suposição de projeto de 4.0 h de sol.
- IEA (2022): Diretrizes de eficiência energética e iluminação digital, incluindo potencial de economia com LED e benefícios de sistemas de controle.
- IRENA (2023): Perspectiva de custos e competitividade de Solar PV relevante para infraestrutura pública isolada e autônoma.
- IEC (2020): Requisitos de segurança para luminárias da IEC 60598 e orientações da IEC 62124 para avaliação de desempenho de sistemas PV autônomos.
Equipamentos Implantados
- 442 × poste de iluminação pública solar (tipo split), não integrado/tudo-em-um
- poste de aço inoxidável 304 de 7 m, resistência ao vento de 50 m/s, vida útil de 40 anos
- painel solar Mono TOPCon de 680 W, eficiência de 23%, degradação de 0,3%/ano, garantia de 30 anos
- luminária LED de 60 W, 9.000 lm, 150 lm/W, IRC >70
- bateria de lítio NCM de 12 V/150 Ah, 250 Wh/kg, 2.000 ciclos, 85% DoD, garantia de 5 anos
- caixa de bateria externa cinza montada no poste, com controlador MPPT interno
- montagem da luminária no braço lateral abaixo do painel solar inclinado montado no topo
- toda a fiação roteada dentro do poste, sem cabos externos visíveis
- controle inteligente de dimerização
- módulo de monitoramento remoto 4G/LoRa
- controle automático do crepúsculo ao amanhecer
- projeto de backup para tempo nublado de 3-5 dias
